Sistema Solar - Sol
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Pela primeira vez durante este ciclo solar, conseguiu-se regstrar no Sol uma exibição espetacular tipo de fogos de artifício, duas labaredas de classe-X foram em sucessão de uma mesma região ativa (AR 9026). As labaredas ocorreram aproximadamente 13:39 UT e 14:25 UT 6 junho, 2000. Quando todos pensavam que este era o final da história, uma terceira e grande labareda no mesmo ponto a 15:53 UT de 07 de junho aconteceu novamente em apenas um dia apos o grande espetaculo. |
As chuvas geomagnéticas ocorrem quando bolhas de gás irrompem do sol, varrendo os planetas no sistema solar. O campo eletromagnético natural da Terra protege nosso planeta da maioria dos efeitos danosos da tempestade, mas podem ocorrer algumas adversidades.
Por causa da tempestade, os sistemas de energia poderão exigir correções de voltagem e os aparelhos de proteção poderão acionar alarmes falsos.
As espaçonaves poderão sofrer "carga" de superfície, o que quer dizer que a carga elétrica poderá afetar os sistemas eletrônicos a bordo. As naves também podem enfrentar problemas de orientação que exigirão correção.
Aqui na Terra, os sinais de rádio de alta freqüência poderão sofrer interrupção. Também poderão ter problemas os rádios de navegação a baixa freqüência e os de navegação por satélite.
Até a aurora boreal, ou luzes do norte, poderão ser visíveis abaixo de seu alcance normal, possivelmente na parte norte dos Estados Unidos continental, certamente não visivel em nosso hemisfério Sul.
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Imagens da região ativa chamejando também foram capturadas por casualidade por um terceiro instrumento do SOHO, o Coronal Espectrômetro Diagnóstico (CDS). Embora os detectores foram saturados pesadamente e causaram "sangramento nas imagens", incluímos imagens das observações abaixo.
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Sistema Solar - Sol
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Alças de gás ionizado aquecido acima
de uma região solar ativa, compelidas a seguir as linhas de força magnéticas locais,
como as limalhas de ferro no campo de um imã. Reações termonucleares, como as em uma bomba de Hidrogênio, potencializam o Sol em uma explosão contida e continua, convertendo cerca de quatrocentos milhões de toneladas de Hidrogênio em Hélio a cada segundo. Quando olhamos para cima à noite e vemos as estrelas, tudo o que vemos está brilhando por causa da fusão nuclear distante. |
A imagem obtida com um coronógrafo do SOHO mostra a região de 1,1 a 3 raios solares. A massa ejetada nestas emissões coronais de massa chega a 10 bilhões de toneladas e tem velocidade de até 2000 km/s. (3 Fev 2000) |
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